RUACANTO 2018



Sendo a activação de espaços urbanos a prioridade, este ano a Ruactiva manifesta-se numa instalação tridimensional, em espaço público.
Esta plataforma de partilha de informação apresenta-se enquanto palco da divulgação de talentos, em várias áreas artísticas e com uma relação vincada com os Açores, através das suas carreiras, numa relação instintiva, directa e imediata com o público.

Festival: A Ruactiva pretende dar ‘voz’ a um ‘canto’ urbano: R U A + C A N T O = Festival R U A C A N T O
Áreas em foco: Design, Educação, Artes Plásticas, Video, Gastronomia, Comércio Alternativo, Teatro, Arquitectura Sustentável;
Iniciativa: Câmara Municipal de Ponta Delgada


21.00H – Sessão de abertura do festival
21.30H – Noite de Contos

Vanessa Branco @ Patati Patata |
Nasci para criar. Desde cedo que o soube. Materializo as minhas ideias e projetos com lápis, pincéis e computador e sei que acima de tudo, quem me procura, encontra criatividade, experiência e dedicação.


 

Ruben Monfort @ Yuzin & Tremor |
Rubén Monfort Meseguer nasce a 4 de Janeiro de 1988 na pequena cidade de Benicarló, no norte da Comunitat Valenciana, Espanha. É formado em Comunicação Audiovisual pela Universitat Jaume I de Castellón.
É em 2014 que começa a sua história com os Açores, trabalhando no Açoriano Oriental e a partir de 2015 e até o momento na Agenda Cultural Yuzin Azores. Ao mesmo tempo que colabora na Yuzin Azores, faz também parte da organização do Festival Tremor, realizando as funções de produção, cameraman e fotógrafo. Desde 2009 é fotógrafo Freelancer com destaque ao seu trabalho como fotojornalista.
Atualmente está a fazer um trabalho de fotografia documental sobre as danças tradicionais de Rabo de Peixe, as “Despensas”.


 

Alexandra Baptista @ Urban Sketchers Azores |
Alexandra Baptista vive em São Miguel. Formada em Artes Plásticas-Pintura, FBAUL; Professora dedicada ao ensino das artes e à prática do desenho; Descobriu nos USk um modo de partilha – inspirado e reflexivo – livre de constrangimentos e fomentador de idiossincrasias. Tem colaborado projetos diversos, relacionados com o desenho in situ e com ilustração: ruaActiva, Revista Cabide, Revista Três Três, «um ano a desenhar para o futuro», (a)Riscar o Património, Sketch Tour Portugal, Ares, asBAP, etc. Coorganiza encontros e atividades promovendo ativamente os USkPAçores e o desenho em caderno.


 

Alessia Bergerone e Inês Abanches @ La Gelataria
La Gelateria foi criada pela Alessia Bergerone e pela Inês Viana Abranches, cujas experiências profissionais complementaram-se ao criarem um negócio baseado na valorização dos produtos locais Açorianos. A Alessia nasceu em Itália, em 1980. Em 2008 obtém a licenciatura em Pedagogia na Universidade de Génova. No ano de 2013 trabalhou na Gelateria Ottimo, em Túrim, considerada uma das melhores 50 de Itália, onde aprende todos os segredos do gelado artesanal italiano. A Inês nasceu em Lisboa em 1987 e terminou a sua formação na Escola de Hotelaria do Estoril no ano 2011. Em 2014 fazem uma viagem a São Miguel e descobriram a receita ideal para o gelado perfeito : leite de vacas felizes e frutas nunca antes vistas!
Morada: n.º 77, Rua Doctor Bruno Tavares Carreiro – Ponta Delgada


 

Mafalda Fernandes e Ricardo Pereira @ A pequena grande casa |
Ainda antes de sermos uma família, cada um de nós sabia ou sentia que um dia, se tivéssemos uma casa, não seria pedindo dinheiro à banca, pois nem poderíamos e nem gostaríamos de o fazer. Aqui nos Açores e antes do Joaquim nascer, já tínhamos mudado quatro vezes de casa em 2 anos e estávamos a caminho da quinta casa. Falávamos em ir passear pelo mundo, mas e quando voltássemos? Começar tudo de novo? E se pelo menos tivéssemos uma casa para onde voltar? E assim surgiu ‘A pequena grande casa’, uma casa sobre rodas, “off grid” e construída por nós e por muitos amigos que já nos vieram ajudar.


 

João Pinto e Amandine Marty @ Ozmoz
O João cresceu em São Miguel e a Amandine é natural da região de Paris. O João formou-se em Psicologia Social e a Amandine em Comunicação Digital. Ambos sentem um apego aos Açores e a ambição de ver São Miguel despertar para outras realidades, mais conscientes daquilo que é nosso e o que podemos fazer com o que de bom por cá se faz. Por isso decidiram criar a Ozmoz, uma empresa de sumos 100% naturais, elaborados exclusivamente através de produtos regionais que demonstram a riqueza e diversidade de produção da ilha. Queremos promover a agricultura responsável, trazer uma alternativa e plantar as sementes daquilo que poderá vir a ser um futuro mais sustentável, mais saudável e mais consciente.

Ozmoz é uma marca de sumos naturais que aposta na qualidade e frescura dos seus produtos. São sumos prensados a frio engarrafados num formato de 250ml, em garrafas de vidro reutilizável. Estão disponiveis para venda no Louvre (todos os dias) ou em modo de venda ambulante (eventos pontuais). Todas as frutas e legumes utilizados são biologicos e na sua maioria provenientes da ilha de São Miguel.
A nossa técnica de extração permite manter intactas todas as propriedades benéficas das frutas e legumes (enzimes, nutrientes, vitaminas), de forma a proporcionar ao organismo uma osmose de bem estar.
As receitas Ozmoz trazem consigo todos os nutrientes, enzimas e minerais que se encontram em grandes quantidades por toda ilha. Queremo-nos enquadrar no espaço como uma empresa que promova a agricultura responsável e a diversificação da produção local.
Ozmoz, uma mistura de legumes e frutas 100% natural, faz-te bem!



 
André Melo @ A Pontilha |
O grupo de teatro da Pontilha existe há mais de 30 anos e já levou a cena espetáculos como o “Papão e o Sonho”, de José Jorge Letria, “O Segredo da Abelha”, de Ricardo Alberty, “Ivone, a princesa da Borgonha”, de Witold Gombrowicz, “SOMNIUM” e “A PROCURA’, de André Melo bem como “SER PESSOA”, a partir de Fernando Pessoa, uma criação de André Melo e Maria João Gouveia. Ao longo dos anos o grupo trabalhou com Gina Tocchetto, António Terra, Belarmino Ramos, Rafaela Salvador, Sandra José, Maria Henrique, Rodrigo Saraiva, Pedro Giestas, Filipe Crawford e Mariana Lemos.
Em 2016 apresentou “Sonho e Verão:Take 1” resultado de uma residência artística com Pedro Penim no Walk&Talk. Produz, anualmente, a “Noite do Sketch” e encontra-se a trabalhar num novo espetáculo a estrear em 2018.


 

Pedro Garcia e Violeta Rodriguez @ La Bamba |
La Bamba Bazar abriu suas portas em Julho de 2017.
Ocupando um espaço centenário, abandonado em Ponta Delgada, queríamos trazer para a ilha uma loja onde se pudesse encontrar os presentes mais originais no nosso Bazar e a melhor música, na nossa Record Store.
Em, suma, criamos a primeira Concept Store de São Miguel. Nestes 12 meses de caminho, trouxemos coisas de todas partes do mundo e também contamos com as criações de artistas locais que optaram por La Bamba para vender suas criações. Pouco a pouco, quisemos fazer parte de todos os movimentos culturais da ilha, proporcionando o nosso espaço para projetos locais interessantes tais como o Tremor, Fringe, entre outros. O mais importante, como conclusão, é a sensação de que La Bamba está crescendo sob o abrigo de muitos visitantes que, gradualmente, se tornam na nossa pequena-grande família Açoriana.


 

Foto de Sara Pinheiro

Sofia Caetano @ The Spectacular House |
Sofia Caetano vive e trabalha entre Pittsburgh, Pensilvânia, e os Açores. Ingressou em várias escolas e foi recipiente de vários tipos de diplomas, até deu aulas em universidades, talvez ainda o faça porque gosta. Contudo, o seu trabalho centra-se na relação do cinema com o espectador. Sofia explora o espaço entre a bidimensionalidade do ecrã do cinema e a tridimensionalidade da sua relação com a instalação. Sofia investiga forma e modos de apresentação, concentrando-se na sua interação com o espectador. O seu trabalho é, especulativamente, existencialmente cómico. Sofia juntou-se a Elliot Sheedy e fundou uma produtora, The Spectacular House. Actualmente, escreve a sua primeira longa-metragem, The Happiest Man – pergunta-lhe mais.


 

João Paulo Costa @ Academia da Expressões |
A Academia da Expressões surge a 23 de junho de 2016 no concelho de Ponta Delgada do Arquipélago dos Açores. Trabalha com quatro vertentes do mundo artístico (expressão musical, dramática, corporal e plástica) sobre uma plataforma de ensino não formal. São organizados em Atelier’s com diversos pacotes formativos de longa e curta duração, de forma a satisfazer as necessidades individuais ou coletivas de cada aluno, criando desta forma um “ginásio” de terapia artística. Com uma fórmula própria e simples de ensinar arte, as dificuldades são superadas por via da experimentação. Este método de ensino, que impera pela diferença dos métodos convencionais, proporciona uma rápida evolução na aprendizagem. Atualmente, a Academia das Expressões conta com mais de 750 artistas inscritos.


 

Beatriz Brum @ Atelier Brum |
Beatriz Brum nasceu em São Miguel, 1993.
É licenciada em de Artes Plásticas pela ESAD.cr, atualmente está a concluir o mestrado na mesma área e em 2017 terminou o Mestrado em Gestão Cultural. Recentemente abriu portas a um no espaço de criação na cidade de Lagoa – Brum atelier.


21:30 – Encontro de Viola da Terra com a Electrónica


 
Rafael Carvalho, a solo, com a sua viola da terra.
Rafael Costa Carvalho é natural da Ribeira Quente. Aprendeu a tocar Viola da Terra com Carlos Quental. É professor contratado de Viola da Terra no Conservatório Regional de Ponta Delgada. Tem 4 álbuns de Viola da Terra a solo editados: “Origens”, “Paralelo 38”, “Relheiras” e “9 Ilhas, 2 Corações”. Tem realizado colaborações com a Viola da Terra ao nível da música electrónica e experimental, das quais destacam-se: Concerto “Transmutações para Viola da Terra” com Miguel Carvalhais, Pedro Tudela e Vitor Joaquim; o projecto SONORIDADES com Gianna De Toni, Biagio Volandri e Jorge Valério e, mais recentemente, o projecto FLIP + Rafael Carvalho por ocasião do Festival TREMOR 2018.



 
FLiP e Rafael
Decorrente da residência efetuada aquando do festival Tremor, o concerto de Rafael Carvalho e FLiP resulta de uma fusão improvável, quer nos indivíduos, até então desconhecidos, bem como no que dela advém. O encontro deu origem à criação de uma peça feita à imagem singular do festival, através de ferramentas que poucas vezes se encontraram – a Viola da Terra – a trazer à mesa a tradição e – Máquinas de Som Eletrónicas – a representar a contemporaneidade. O resultado, derivante do improviso criativo que se replica pleno em palco, visa a união dos extremos, provando que, na cama (in)comum se encontra conforto no incógnito e onde se escutam trechos de outrora, hoje. A nova criação, assente no antigo e no atual, sem nunca comprometer cada um desses espaços, é a essência da residência de Rafael Carvalho e FLiP.



 
Filipe Mont’Alverne Mendes Caetano
FIlipe Mont’Alverne Mendes Caetano nasceu em 1980, em Ponta Delgada, São Miguel, Açores. É licenciado em Informática de Gestão pela Escola Superior de Gestão de Santarém. O contato com a música inicia-se em 2000, bem como a produção de eventos que decorreu de forma profissionalizada até 2011. Trabalhou como Dj, músico, agente e produtor, na grande maioria dos estabelecimentos e festivais de referência em Portugal. Esta experiência permitiu-lhe adquirir um gosto de conteúdo transversal a estilos, géneros ou locais assim como experiência sobre múltiplas formas de abordagem à apresentação dos formatos. Presentemente, a residir na ilha de São Miguel, para além do cargo de gestor, mantém participação regular em eventos culturais ligados diretamente à música, com os projetos ativos de PMDS, VOYAGERS e FLiP.



 
Elliot Sheedy |
Elliot Sheedy é produtor de música e realizador de cinema. O seu trabalho apresenta mise-en-scènes imersivas, de carácter musical e visual. Elliot encarna frequentemente o papel de protagonista dentro da construção formalista do mundo da narrativa – os géneros são crooner, pop-star minimalista, art-house e ópera. O seu filme Crown of Gamma (2015) propõe reincarnação através de uma cassete VHS a partir de um cenário mitológico de culto. Sheedy escreveu e produziu um EP intitulado Dust Creeps em 2015, e os LPs The Mouth of Eden em 2016 e Era of Heat em 2017. Elliot compôs música original para cinema, e para arte e instalação, com apresentações nacionais (E.U.A.) e internacionais. Elliot é co-proprietário da produtora The Spectacular House.


21:30 – Mostra de Cinema Açoriano


 
Jorge Jácome |
Jorge Jácome nasceu em Viana do Castelo (Portugal) em 1988 e passou a sua infância em Macau. Em 2010 concluiu o curso de cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa na área de Realização e Montagem e em 2016 concluiu a pós-graduação na Le Fesnoy – Studio National des Arts Contemporains.
O seu trabalho assenta num processo fortemente intuitivo e sensorial resultando num cinema feito de derivas narrativas, relações improváveis e de encontros inusitados.
Os seus filmes já foram apresentados em festivais de cinema e exposições em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Eslovénia, Polónia e Israel, e presente em retrospectivas no New Bedford Whaling Museum, na CalArts – California Institute of the Arts e na Georgetown University.
Vive entre Lisboa e Lille.

Sinopse “Flores”
Perante um cenário de crise natural nos Açores provocada por uma incontrolável praga de hortênsias, a população açoriana vê-se forçada a abandonar as ilhas. Dois jovens soldados, sequestrados pela beleza da paisagem, guiam-nos pelas narrativas dos que partiram e o inerente desejo de resistirem, ficando. Através desta deambulação, o filme assume uma reflexão nostálgica e política sobre território e identidade, bem como sobre o papel que assumimos nos lugares aos quais pertencemos.



 
Tiago Melo Bento |
Nasceu em Ponta Delgada, em 1979. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi professor em Moçambique e produtor cultural na cidade onde nasceu. Como cineasta, é autor de vários projectos em ficção e documentário, tendo colaborado com vários realizadores como assistente de realização, editor e argumentista.

Sinopse “O Desvio de Metternich”
Leopoldina cruza o atlântico em direção ao Brasil onde irá conhecer o seu marido, Pedro. A meio da viagem é forçada a banhar-se numa mítica fonte de fertilidade no interior de uma ilha selvagem.



 
Sara Azad |
Actualmente a viver no Porto, trabalha com ilustração digital e dá uns toques de animação. Natural de Ponta Delgada, terminou em 2014 um mestrado em cinema documental e, em 2015, aventurou-se numa pós-graduação de ilustração e animação digital. Com interesse por histórias e situações reais, tenta introduzi-las nos seus trabalhos de uma forma criativa, acreditando ser a melhor forma de conhecer o mundo em que vivemos e a melhor maneira de explorá-lo.

Sinopse “EU”
Um rapaz vê-se no meio de uma revolução no seu país e decide fugir



 
Bernardo Nascimento |
Bernardo Nascimento nasceu em Portugal em 1975, passando a infância entre Lisboa e a Madeira. Estudou Música e História em Lisboa e Paris antes de começar a trabalhar como diretor assistente do diretor português Manoel de Oliveira. Em 2005, mudou-se para Londres, trabalhando em projetos de filmes “de autor” para blockbusters como “Kick Ass” de Mathew Vaughn. O Atlântico Norte é a estréia de Bernardo como diretor.

Sinopse “North Atlantic”
Um controlador aéreo numa pequena ilha dos Açores entra em contacto com um piloto solitário, perdido sobre o Atlântico. Esta será a primeira e última conversa entre os dois.



 
Diogo Lima |
Diogo Lima nasce em 1993 em S.Miguel. Licenciado em Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia, assina em 2012 a direcção de PDL-LIS – primeira obra documental premiada no Panazorean IFF. Nos anos seguintes divide-se entre a realização e a sala de montagem. Na edição constrói um portfolio composto por anúncios para TV, web e cinema. Enquanto realizador passeia-se entre o videoclip, publicidade e formatos narrativos de curta duração dos quais se destacam o trabalho contínuo com o festival TREMOR, documentário com chancela Red Bull “AZ-RAP: Filhos do Vento” ou a websérie “Sou Menino para Ir”, em colaboração com Salvador Martinha.

Sinopse “AZ-RAP: Filhos do Vento”
“AZ-RAP: FILHOS DO VENTO” é um retrato real do hip-hop açoreano, gravado entre São Miguel e a Terceira. Com protagonistas de peso na comunidade rapper que parte dos Açores e espalha-se pelo mundo: Sandro G, Fred Cabral, Swift Triiga, Valério, Fugitivo, LBC, DLJay, DML, Hakeem e Kapu. Para além de outros especialistas como o radialista da Antena 1 Açores, António Sousa, o blogger Rushrap e intervenções do co-director artístico do Festival Tremor, António Pedro Lopes.


 
Hugo Fraça e Carolina Rocha


 
Carolina Rocha |
Carolina Rocha nasceu nos Açores, na ilha de São Miguel, em 1986.
Licenciada em Dança pela E. S. de Dança (2007-10) com um semestre em Viena no Konservatorium Wien Privatuniversität. Após a licenciatura integrou o curso de especialização Modem Studio Atelier (2011/12), da Compagnia Zappalà Danza, em Sicília. Frequentou o primeiro módulo do curso PEPCC do Fórum Dança (2013).
Em 2011 formou o coletivo 37.25 NAP em Ponta Delgada, juntamente com 8 performers açorianos, com o objetivo de desenvolver e promover a Dança nos Açores. Com o 37.25 NAP participou em diversos espetáculos e colaborações nomeadamente com o festival Walk&Talk e coreógrafos como Victor Hugo Pontes, Marco Ferreira, Quorum Ballet, Luís Guerra, João dos Santos Martins entre outros. Em 2017 integrou a peça Equanimidade/Ânimo Inalterável de Vânia Rovisco e com o 37.25 NAP produz o PARALELO Festival de Dança em Ponta Delgada.
Para além de intérprete/bailarina e professora, desenvolve o seu trabalho como criadora independente destacando o seu vídeo-dança Degrau em grau (2015) que contou com a participação de Hugo França e foi vencedor de dois prémios: Melhor Filme no Zinetika VideoDance Festival e Melhores Realizadores Portugueses pelo Júri Escolas no Festival InShadow. Ganhou a Bolsa Jovens Criadores do Festival Walk&Talk (2016) com o projeto Bruto.


 
Hugo França |
ugo França, 33 anos, realizador e artista-visual. Desde muito novo que vive no meio do audiovisual, tendo estudado realização cinematográfica na Restart em Lisboa. Em 2012 regressou aos Açores onde tem desenvolvido projetos como realizador, diretor de fotografia e fotógrafo. Tem dois prémios internacionais, “Melhor Realizador Português” – InShadow 2016 e “Melhor Filme” – Zinetika Festival. Conta com trabalhos realizados para diversas empresas, instituições, e organizações, como a IRIS Audio Visuais LDA, 37.25–Núcleo de Artes Performativas, Companhia de Dança Contemporânea Ballet Milagres Paz, BOX Arquitetos, Triplinfinito, Lineup Productions, DDDD produções, Realidade Visual, Cão de Fila produções, entre outras.

Sinopse “DEGRAU EM GRAU”
Degrau em grau é um vídeo experimental que explora o sentido da visão. O olhar do espectador é instigado a entrar na obra, submetido a jogos de formas e perspectivas em que as leis da realidade são manipuladas, e as noções de espaço-tempo e sentido lógico são desconstruídos.



 
Paulo Abreu |
Nasceu em Lisboa em 26 de Fevereiro de 1964. Trabalhou na Galeria EMI/Valentim de Carvalho entre 1985 e 1987. Foi Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian/FLAD na Film/Vídeo Arts , Nova Iorque em 1991. Foi operador de câmara em “Ver Artes”, programa da RTP2 sobre artes plásticas e arquitectura, entre 1994 e 1996. Participou em várias exposições colectivas. Realizou mais de 20 pequenos filmes experimentais, na maioria no formato Super 8, exibidos e distinguidos em inúmeras mostras e festivais nacionais e internacionais . Esses filmes fazem parte do catálogo da Light Cone (Paris). Recentemente um desses filmes, “Conde Ferreira “, foi adquirido e exibido em diversos museus estrangeiros (Argentina, Canadá, França, México, Espanha).

Sinopse “Adormecido“
Adormecido é um documentário experimental , filmado em Super 8 sobre o Vulcão dos Capelinhos, na ilha do Faial , Açores.



 
Directora Artística RUACANTO e Curadora Noite de Contos
Carolina Augusta de Oliveira Backlar, Arquitecta, nasceu em 1982, nos Açores. Em 2011, mudou-se para Londres, para trabalhar na Universal Design Studio, com os Barber&Osgerby, considerados, em 2013, Designers of the Year. Anteriormente, trabalhou em Paris e em Nova Iorque, com o Arquitecto Jean Nouvel, vencedor do prémio Pritzker, em 2008. Em 2009, foi premiada com a bolsa Inov-Art, organizada pelo Ministério da Cultura, em Portugal, que a permitiu residir em Los Angeles e aprofundar conhecimentos sobre estruturas pré-fabricadas. Estudou em Paris, na École d’Architecture de Paris la Villette e licenciou-se na FAUTL, em 2006. É directora artística do projecto de regeneração urbana – Ruactiva – o qual pretende ocupar, temporariamente, e em diferentes formatos, espaços inactivos e desocupados, nos centros urbanos.
De momento, é sócia principal do Atelier Backlar, sediado em Lisboa, onde desenvolve projectos na área de arquitectura, design, reabilitação urbana.


Sara Pinheiro


 
Curadora Mostra de cinema Açoriano

Sofia Mont’Alverne Mendes Caetano nasceu em 1987, em Ponta Delgada – nos Açores. Licenciou-se em Belas Artes – Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estudou Realização na RESTART e Fotografia no Instituto Português de Fotografia e estagiou como fotojornalista na revista VISÃO. Completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos E.U.A., onde mais tarde leccionou as disciplinas de Introduction to Film Production e de Foundations of Visual and Media Arts Production. O seu trabalho concentra-se na escrita e realização de cinema e na investigação/experimentação da sua relação com a instalação e consequente espaço expositivo/encenação. A sua filmografia conta com curtas-metragens de ficção, documentário e experimental, videodança, videoclips, videoarte, e mais recentemente, uma série para web. Do seu percurso destaca-se BLISS (2016) – um híbrido entre o cinema e a instalação, recipiente da Bolsa de Criação Artística Audiovisual e Multimédia do Governo dos Açores. Sofia participou em exposições colectivas em Lisboa, Ponta Delgada, Nazaré, Porto e Boston. Os seus filmes foram parte integrante de festivais de cinema nos E.U.A., Japão, México, Turquia, Grécia, Suíça e Portugal. Durante o seu percurso Sofia foi distinguida com o Women in Filmmaking Award pelo Emerson LA Film Festival e com o MFA in Media Art for Excellence pela Emerson College. Sofia Caetano vive e trabalha entre Pittsburgh, na Pensilvânia, E.U.A., e Ponta Delgada, nos Açores, em Portugal. Encontra-se atualmente a escrever a sua primeira longa- metragem, The Happiest Man e fundou, com Elliot Sheedy, a produtora The Spectacular House.



 
Curador Soundscapes
FIlipe Mont’Alverne Mendes Caetano nasceu em 1980, em Ponta Delgada, São Miguel, Açores. É licenciado em Informática de Gestão pela Escola Superior de Gestão de Santarém. O contato com a música inicia-se em 2000, bem como a produção de eventos que decorreu de forma profissionalizada até 2011. Trabalhou como Dj, músico, agente e produtor, na grande maioria dos estabelecimentos e festivais de referência em Portugal. Esta experiência permitiu-lhe adquirir um gosto de conteúdo transversal a estilos, géneros ou locais assim como experiência sobre múltiplas formas de abordagem à apresentação dos formatos. Presentemente, a residir na ilha de São Miguel, para além do cargo de gestor, mantém participação regular em eventos culturais ligados diretamente à música, com os projetos ativos de PMDS, VOYAGERS e FLiP.



 
Atelier Backlar |
O Atelier Backlar, é um colectivo de arquitectura e design de produto, iniciado em Lisboa, em 2012, pelos arquitectos Carolina Backlar e Jeremy Backlar. A abordagem rigorosa do Atelier Backlar procura reunir os parâmetros legais e financeiros de cada projecto, fundamentada na eficiência de trabalho e funcionalidade formal, aplicada aos objectivos de cada cliente. Baseia-se na cultura local como ponto de partida para o design integrado com uma visão contemporânea.



 
Triplinfinito |
A Triplinfinito foi criada em 2002 por Filipe Carneiro e Diogo Pereira Bastos, arquitectos. Têm uma vasta experiência em projectos abrangendo várias áreas criativas. Projectam sempre em entrega absoluta, seja para desenhar uma habitação, uma exposição, uma identidade gráfica, seja para uma habitação. Têm tido várias apresentações internacionais com trabalhos na área de produção criativa, destacando-se vídeo-arte em outdoors em Moscovo, performance musical “Audio memory” em Bremen, 3º lugar ficção em super 8, Londres. Recorrem com frequência a colaborações externas. No caso do evento RUACANTO, trabalham mais uma vez com o Hugo França, o qual garante um ponto de vista singular.



 
Fotografia Carlos Melo |
Carlos Melo é formado em fotografia na Ar.co, Centro de Arte e Comunicação Visual, de Lisboa onde desenvolveu competências técnicas e criativas, num curso de 2 anos, optando posteriormente, por um curso avançado de fotografia, coordenado por Sérgio Mah, com um programa de mais 2 anos orientado para a produção fotográfica enquanto meio de representação artística e aplicada. Após terminar a formação, participou na exposiçao: Ar.Co Bolseiros e Finalistas 2005, que se realizou no Museu da Cidade em Lisboa. Em 2007/2008 volta para S.Miguel onde desenvolve trabalhos para empresas e particulares passando por diversos campos da fotografia.
A partir de 2011/2012 começa a desenvolver trabalhos na área da fotografia de concertos e eventos sobretudo musicais tendo já fotografado nomes inportantes como Mario Laginha, Roger Waters entre muitos outros.